Memórias de crianças felizes
Quarta, 17 de Janeiro de 2018

No fim-de-semana passado os meus filhos foram ao cinema com o Pai. Não conhecia o filme, nem tão pouco tinha ouvido falar do sítio onde o mesmo se passava. Quando chegaram casa, os seus olhos reluziam de felicidade. Não só por terem adorado o filme, como também por terem reconhecido a fantástica Andaluzia, com as suas pontes idílicas, as suas cidades luminosas e cheias de vida, de sal, de sol! Sentimos, o Pai e eu, que estamos a fazer um bom trabalho na educação dos nossos filhos. Criando-lhes memórias felizes, que brotam do coração, da alma. Que nos extravasam de emoção.

Não acreditem quem vos diz que não se deve viajar com crianças pequenas. Desde sempre que o fazemos. Com um, Com dois. E agora com três. Vão de carrinho. De mochila. A pé. Faça chuva ou faça sol. Frio ou calor. Tudo é desculpa para nos pormos a monte. Descobrir. Encharcar a alma de cultura. História. Natureza. Lá está: memórias.

Lá fora ou cá dentro. O que interessa é aproveitar o momento. Às vezes basta um fim-de-semana. Um feriado. Uma tarde para irmos a todo o lado.

No fim do ano fomos até ao Alentejo. Com muitos percalços, sustos e viroses...mas lá fomos. O frio e o vento também não nos assustaram. Descobrimos mais um sítio de encantar. 

Torre de Palma é muito mais do que um hotel. Muito mais do que um projecto. Muito mais do que um sonho. O Torre de Palma está carregado de memórias. O Torre de Palma conta uma história a quem por lá passa. Com a sua arquitectura. Os seus quartos tão cosy. O seu magnífico espaço exterior. As salas comuns em que apetece por lá ficar. O pequeno-almoço de chorar por mais. As duas piscinas, uma exterior, outra interior, a combinar com o maravilhoso Spa (venha o Diabo e escolha!) E depois o restaurante. E o vinho. Ai. O vinho! Dignos de um autêntico manjar dos Deuses. Por alguma razão o Torre de Palma é um wine hotel com nome e muito mais. Bem merecidos. Porque me senti uma autêntica rainha. Tive um dia de anos digno de realeza. Não me sai da memória o fim de tarde que passámos na Torre, ao som do vento. Ao som do alentejo. Com um copo de vinho branco "da casa" a acompanhar. Não precisámos de música. Nem de mais sinfonia. Tínhamos a melhor companhia: Família, Natureza, Amor, Saúde, e uma certeza: fomos felizes nestes dias que por aqui passámos! Não vemos a hora de poder voltar. Porque quem não for ao Torre de Palma, vai perder uns dias verdadeiramente de louvar. 

Não acreditam? Toca a espreitar:



Partilhado por Francisca Ortigão Guimarães

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