Algarve no seu melhor
Quarta, 15 de Julho de 2020

Temos tanto para contar destas nossas férias de sonho! Mas vamos começar pelo fim. Uns dias de descanso no Algarve souberam pela vida depois da adrenalina da autocaravana.

Este ano resolvemos ir em julho para podermos aproveitar um Algarve mais calmo e longe das multidões. Apostámos numa zona diferente, que não conhecíamos tão bem, e ficámos fascinados com a beleza natural das praias da zona de Lagos e do Carvoeiro. Tivemos a sorte de apanhar dias radiosos, em que se fica na praia até o sol se pôr. E depois levamos o sal no corpo para uns jantares em cima da areia, que muito dificilmente iremos esquecer. Ansiamos o ano inteiro para as nossas noites de alças e havaianas no pé. Não há liberdade maior do que sentir que podemos esquecer o tempo, as horas e as obrigações. E deixarmo-nos levar pela maré.

Escolher a casa que nos acolheu não foi tarefa fácil, muito menos nesta fase de pandemia, em que os cuidados de higiene e segurança devem ser redobrados. Mas hoje, ao olhar para trás, temos a certeza de que optámos pela escolha acertada. Estivemos na Villa Med, na Quinta da Balaia, onde pudemos aproveitar uns dias em família absolutamente encantadores. A casa tem todas as condições (e mais algumas) para receber todas as famílias felizes que procuram um Algarve um pouco diferente, longe das multidões, das enchentes e das confusões. Com uma piscina ótima e um jardim a toda a volta, a casa tem  um spot fantástico para a família e os amigos se reunirem lá fora, seja para jantar, almoçar ou apenas para descansar. Com três quartos muito cosy, tem também uma cozinha praticamente nova e muito bem equipada. Perfeita para recebermos os amigos e fazermos a festa!

Todos os dias escolhemos uma praia diferente para passar as nossas tardes. Desde a praia do Carvalhal e da Marinha, no Carvoeiro, até à praia do Canavial, perto de Lagos, descobrimos sítios incríveis e ainda sem as enchentes típicas das praias algarvias. Se já apostávamos num Algarve fora de época, este ano essa ideia ainda faz mais sentido!

Partilhado por Francisca Ortigão Guimarães